Nova inteligência artificial procura compreender as leis da física
Os fundadores afirmam que o sistema processou cinco biliões de elementos de dados numa única consulta. A arquitetura abandona o Transformer usado nos grandes modelos de linguagem e procura aplicações em chips, energia, robótica e previsão meteorológica.
Um modelo treinado para espaço, tempo e matéria
Em vez de prever a próxima palavra, o sistema aprende a representar fenómenos físicos que evoluem no espaço e no tempo. A tecnologia utiliza operadores neurais, uma abordagem matemática diferente da arquitetura Transformer dominante nos chatbots.
A escala anunciada é extraordinária
A empresa afirma ter processado cinco biliões de elementos numa única consulta, uma escala muito superior ao contexto habitual dos modelos de linguagem. O número foi divulgado pela própria companhia e deverá ser avaliado através de resultados reproduzíveis e aplicações comerciais reais.
Chips, clima e energia são os primeiros mercados
Uma IA capaz de simular materiais, temperatura e fluxos pode reduzir testes físicos no desenvolvimento de semicondutores, prever fenómenos meteorológicos ou analisar informação geológica. A empresa começará por contratos empresariais, não por uma aplicação para consumidores.
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