Petróleo aproxima-se dos 90 dólares com tensão no estreito de Ormuz
O Brent negociava perto de 89,66 dólares por barril durante a manhã. Para famílias e empresas europeias, o risco não termina no posto de combustível: transporte, produção, alimentação e expectativas de inflação também podem absorver a subida.
Ormuz volta a comandar os preços
Os futuros do Brent subiram para cerca de 89,66 dólares e o WTI aproximou-se de 83,92 dólares. A incerteza aumentou depois de novos ataques contra navios e de declarações iranianas condicionarem a reabertura do estreito de Ormuz a um acordo com Washington.
O tráfego marítimo caiu drasticamente
Dados citados pela Reuters mostraram apenas oito embarcações a atravessar o estreito num dia, contra 125 a 140 antes do conflito. Mesmo sem uma interrupção total do fornecimento, seguros, desvios, atrasos e risco militar acrescentam custos à cadeia energética.
A inflação volta ao centro das decisões
Energia mais cara pode atrasar a descida da inflação e tornar as decisões dos bancos centrais mais difíceis. A Europa é especialmente sensível porque importa grande parte dos combustíveis e transmite rapidamente o preço da energia aos transportes e à indústria.
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