Robôs humanoides já correm depressa, mas ainda tropeçam em tarefas simples
Velocidade e equilíbrio estão a evoluir rapidamente, mas a utilidade no mundo real depende de visão, tato e coordenação fina. Uma ficha elétrica pode ser um teste mais difícil do que uma corrida.
As máquinas ultrapassam marcas humanas nas provas preparadas
Nos Jogos Mundiais de Robôs Humanoides, em Pequim, algumas máquinas registaram tempos muito rápidos nos 100 e 400 metros. A pista oferece um ambiente previsível, com objetivos claros e movimentos repetíveis.
A manipulação continua a revelar fragilidades
Quando precisam de reconhecer objetos, ajustar a força e ligar um cabo, os robôs tornam-se muito mais lentos e falham com frequência. Pequenas diferenças de posição, atrito e iluminação criam dificuldades que os humanos resolvem quase sem pensar.
O progresso útil será medido fora da demonstração
As competições aceleram hardware e software, mas a adoção industrial exige segurança, repetibilidade e capacidade para lidar com imprevistos. O robô mais veloz não será necessariamente o mais valioso numa fábrica, num hospital ou numa casa.
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